MESTRE vs ESCORPIÃO – Quem vencerá?

Mais valia estares quieto!
Será?
Às vezes parece.
Perdes tempo, dás de ti, estendes a tua mão e o que recebes em troca?
Um chuto no rabo, um balde de ingratidão!
Mais valia estares quieto!
Será?
Há pessoas que parecem nem merecer que notemos a sua existência.
No entanto, na nossa ingenuidade, lá vamos nós e estendemos novamente a mão.
Bolas! Esta doeu!
Mais valia estares quieto!
Será?
Um certo dia, um mestre oriental viu um escorpião que se estava a afogar, decidiu tirá-lo da água mas quando o fez, o escorpião picou-o.
Como reação à dor, o mestre soltou-o e o animal caiu à água e de novo estava a afogar-se.
O mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião picou-o.
Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do mestre e disse:
- Perdão, você é teimoso? Não entende que de cada vez que tentar tirá-lo da água ele o picará??! O mestre respondeu:
- A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um ramo, o mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.
Moral da história:
Nunca mudes a tua natureza por alguém te magoar.
Apenas toma precauções.
A minha conclusão?
Quando parece que não os podes vencer, não, não te juntes a eles!
Isso é conversa de derrotados.
Mantém-te igual a ti mesmo, porque escorpiões já há muitos, mestres cada vez menos.
No entanto, deixa de ser parvo, a tua mão é importante demais para aqueles que a merecem e que a qualquer momento podem precisar dela.
É importante demais para ti! Precisas dela para viveres, para te agarrares à vida sempre que ela requer todas as tuas forças.
Mais valia estares quieto?
Não! Mete a mão uma, duas vezes, mas à terceira não insistas, vai com o pau.

2 Comments:
Observo em nós, raça humana, apenas uma única coisa que nos pode dar justa razão para nos estimarmos, a saber: o uso do nosso livre-arbítrio e o domínio que temos sobre as nossas vontades. Pois as acções que dependem desse livre-arbítrio são as únicas pelas quais podemos com razão ser louvados ou censurados, e ele torna-nos de alguma forma semelhante a Deus ao fazer-nos senhores de nós mesmos, desde que por cobardia não percamos os direitos que nos dá.
Assim, creio que a verdadeira generosidade, que faz um homem estimar-se a si mesmo no mais alto grau em que pode legitimamente estimar-se, consiste somente, por uma parte, em que ele sabe que não há algo que realmente lhe pertença a não ser essa livre disposição das suas vontades, nem por que ele deva ser louvado ou censurado a não ser porque faz bom ou mau uso dela; e, por outra parte, em que ele sente em si mesmo uma firme e constante resolução de fazer bom uso dela, isto é, de nunca deixar de ter vontade para empreender e executar todas as coisas que julgar serem as melhores. Isso é seguir perfeitamente a virtude.
Nota: O latim generosus designa o homem ou animal que é de boa raça. Portanto, «generoso» é antes de tudo aquele que é de raça nobre e, no sentido figurado ou moral, aquele que demonstra grandeza de alma. E vocês são do melhor pedigree que há... Não percam essa natureza! Mas tomem precauções...
espetacular!!!!!
fica bem meu querido
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